(...) Daí a enorme impopularidade do FMI (onde se questionou até mesmo a necessidade da sua existência) e a ascensão de governos de esquerda, que praticamente expulsaram o FMI dos seus países. Na Argentina, o governo Kirchner, em 2001, mudou radicalmente a política económica do país, abandonando as políticas neoliberais do FMI e, em vez da catástrofe prevista pelo órgão, seis meses após o início das políticas keynesianas, o país cresceu 9% ao ano durante os seis anos que se seguiram. (...)
Obrigado Professor!
antoniosamara1 7 months ago
(...) Daí a enorme impopularidade do FMI (onde se questionou até mesmo a necessidade da sua existência) e a ascensão de governos de esquerda, que praticamente expulsaram o FMI dos seus países. Na Argentina, o governo Kirchner, em 2001, mudou radicalmente a política económica do país, abandonando as políticas neoliberais do FMI e, em vez da catástrofe prevista pelo órgão, seis meses após o início das políticas keynesianas, o país cresceu 9% ao ano durante os seis anos que se seguiram. (...)
suricatafari 9 months ago
(...) Em 2008, a economia da Argentina havia crescido enormemente, aumentando o seu tamanho por um terço.
suricatafari 9 months ago
O professor não sabe que a Argentina não só pagou como antecipou o pagamento da dívida ao FMI em Janeiro de 2006? Ou é só memória selectiva?
nunocarmona 9 months ago
obrigado pela lucidez e honestidade, Professor.
suricatafari 9 months ago