Um ano antes de maio de 68, Guy Debord via e previa um outro estágio do capital estendendo Marx a uma nova e radical possibilidade. O espetáculo é o capital em tal grau de acumulação que se torna imagem, diz o petardo de número 34 da obra. Com estilo ácido e poético (o livro virou um filme feito pelo próprio autor em 1973), a obra traça em parte um painel sobre a pouco falada e muito sentida civilização da imagem contemporânea, que reificou ainda mais, através de reality shows etc., o mundo do espetáculo pensado por Guy Debord.
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