O descontentamento do país com o governo - por oposição ao contentamento de Sócrates consigo próprio - serviu de mote para a intervenção de Francisco Louçã. "O país já percebeu que os mais poderosos são os mais perigosos e se há uma mafia financeira que fez o que fez, é porque é um país que não aplica a lei". Referindo-se ao cancelamento das grandes obras públicas, Louçã perguntou porque é que Sócrates não disse uma palavra sobre isso.
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