“Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens.”
E se conhecemos a beleza do Deus de que fala o filósofo Benedictus de Spinoza, veremos que Einstein não era nem deista nem tampouco cristão. Mas os religiosos teimam em fazer um mau uso das palavras do nobre cientista, numa tentativa de vincular religiosidade a sua genialidade...
Pouco depois de completar cinqüenta anos, Einstein deu uma notável entrevista, em que revelou mais sobre o seu pensamento religioso do que jamais fizera. A entrevista foi concedida a um poeta e propagandista, pomposo porém adulador, chamado George Sylvester Viereck. (Página 395)
Viereck começou indagando a Einstein se ele se considerava alemão ou judeu. “É possível ser as duas coisas”, respondeu Einstein. “O nacionalismo é uma doença infantil, o sarampo da humanidade.”
Os judeus deveriam tentar se assimilar? “Nós, judeus, temos procurado com demasiado empenho sacrificar nossas idiossincrasias a fim de nos conformarmos à norma.”
Até que ponto o senhor é influenciado pelo cristianismo? “Quando criança, recebi instrução tanto sobre a Bíblia como sobre o Talmude. Sou judeu, mas sou fascinado pela luminosa figura do Nazareno.”
O senhor aceita a existência histórica de Jesus? “Sem dúvida! Quem pode ler os Evangelhos sem sentir a presença real de Jesus? Sua personalidade pulsa em cada palavra. Não há nenhum mito que esteja imbuído de tanta vida.”
O senhor acredita em Deus?
“Não sou ateu. O problema aí envolvido é demasiado vasto para nossas mentes limitadas. Estamos na mesma situação de uma criancinha que entra numa biblioteca repleta de livros em muitas línguas.
A criança sabe que alguém deve ter escrito esses livros. Ela não sabe de que maneira, nem compreende os idiomas em que foram escritos. A criança tem uma forte suspeita de que há uma ordem misteriosa na organização dos livros, mas não sabe qual é essa ordem. É essa, parece-me, a atitude do ser humano, mesmo do mais inteligente, em relação a Deus. Vemos um universo maravilhosamente organizado e que obedece a certas leis; mas compreendemos essas leis apenas muito vagamente.” (Página 396)
A vida toda Einstein foi coerente ao rebater a acusação de ser ateu. “Há pessoas que dizem que não existe Deus”, disse ele a um amigo. “Mas o que me deixa mais zangado é que elas citam meu nome para apoiar essas idéias.”
Diferentemente de Sigmund Freud ou Bertrand Russell ou George Bernard Shaw, Einstein nunca sentiu o impulso de denegrir os que acreditam em Deus; em vez disso, costumava denegrir os ateus. “O que me separa da maioria dos chamados ateus é um sentimento de total humildade com os segredos inatingíveis da harmonia do cosmos”, explicou ele.
E o que interessa se Einstein era ateu ou não? Que cada um siga sua consciência.
minduim14 4 days ago
Se analisarmos a declaração do próprio Einstein:
“Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens.”
E se conhecemos a beleza do Deus de que fala o filósofo Benedictus de Spinoza, veremos que Einstein não era nem deista nem tampouco cristão. Mas os religiosos teimam em fazer um mau uso das palavras do nobre cientista, numa tentativa de vincular religiosidade a sua genialidade...
samuelthimounier 5 days ago
@Tr1sp É só você ver os livros de Einstein, e lá verá que ele sempre falou da existência de Deus.
Quem tenta influênciar é esse sistema mundano que sempre omite as coisas de Deus.
2MakeTheDifference 6 days ago
Estranho isso, você coloca um vídeo do History e no final edita e coloca essa frase que você não pode provar que foi ele que disse?
Informação duvidosa amigo. Quais suas fontes?
Esta tentando influenciar a população com falsos argumentos!
Tr1sp 1 week ago
Pouco depois de completar cinqüenta anos, Einstein deu uma notável entrevista, em que revelou mais sobre o seu pensamento religioso do que jamais fizera. A entrevista foi concedida a um poeta e propagandista, pomposo porém adulador, chamado George Sylvester Viereck. (Página 395)
Viereck começou indagando a Einstein se ele se considerava alemão ou judeu. “É possível ser as duas coisas”, respondeu Einstein. “O nacionalismo é uma doença infantil, o sarampo da humanidade.”
UmServoApenas 2 weeks ago 2
Os judeus deveriam tentar se assimilar? “Nós, judeus, temos procurado com demasiado empenho sacrificar nossas idiossincrasias a fim de nos conformarmos à norma.”
Até que ponto o senhor é influenciado pelo cristianismo? “Quando criança, recebi instrução tanto sobre a Bíblia como sobre o Talmude. Sou judeu, mas sou fascinado pela luminosa figura do Nazareno.”
UmServoApenas 2 weeks ago
O senhor aceita a existência histórica de Jesus? “Sem dúvida! Quem pode ler os Evangelhos sem sentir a presença real de Jesus? Sua personalidade pulsa em cada palavra. Não há nenhum mito que esteja imbuído de tanta vida.”
O senhor acredita em Deus?
“Não sou ateu. O problema aí envolvido é demasiado vasto para nossas mentes limitadas. Estamos na mesma situação de uma criancinha que entra numa biblioteca repleta de livros em muitas línguas.
UmServoApenas 2 weeks ago
A criança sabe que alguém deve ter escrito esses livros. Ela não sabe de que maneira, nem compreende os idiomas em que foram escritos. A criança tem uma forte suspeita de que há uma ordem misteriosa na organização dos livros, mas não sabe qual é essa ordem. É essa, parece-me, a atitude do ser humano, mesmo do mais inteligente, em relação a Deus. Vemos um universo maravilhosamente organizado e que obedece a certas leis; mas compreendemos essas leis apenas muito vagamente.” (Página 396)
UmServoApenas 2 weeks ago
A vida toda Einstein foi coerente ao rebater a acusação de ser ateu. “Há pessoas que dizem que não existe Deus”, disse ele a um amigo. “Mas o que me deixa mais zangado é que elas citam meu nome para apoiar essas idéias.”
UmServoApenas 2 weeks ago
Diferentemente de Sigmund Freud ou Bertrand Russell ou George Bernard Shaw, Einstein nunca sentiu o impulso de denegrir os que acreditam em Deus; em vez disso, costumava denegrir os ateus. “O que me separa da maioria dos chamados ateus é um sentimento de total humildade com os segredos inatingíveis da harmonia do cosmos”, explicou ele.
UmServoApenas 2 weeks ago