Francisco Louçã começou o debate pedindo a Sócrates que esclarecesse o seu apoio ao rosto do liberalismo para voltar a presidir à Comissão Europeia. Sócrates diz que Durão Barroso é o candidato que defende melhor os interesses portugueses e acusou o Bloco de ter recusado o tratado de Lisboa. "Durão Barroso é o melhor para a Europa e o melhor para Portugal", concluiu o primeiro-ministro. Louçã respondeu dizendo que Sócrates promove a irresponsabilidade ao dizer em Portugal que o liberalismo acabou e apoiá-lo na direcção da Comissão. A pergunta seguinte foi sobre os 150 milhões de euros de lucros retirados à unidade portuguesa da Qimonda, perguntando se o governo sabia disto quando prometeu dar 100 milhões da CGD à Qimonda. Sócrates diz que a decisão de apoiar a empresa foi muito anterior à data d insolvência e repetiu as acusações de sectarismo ao Bloco por não partilhar do seu entusiasmo no apoio a Durão Barroso.
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