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Rádio Auriverde (1990) trailer

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Uploaded by on Apr 16, 2011

Trailer do filme Rádio Auriverde de Sylvio Back.

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Music

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Uploader Comments (hardfael)

  • É uma falta de respeito com os combatentes brasileiros na 2º Guerra. O caminho da desmistificação de certos temas na História não passa pela crítica fácil e pela zombaria, mas sim por exaustiva e criteriosa pesquisa. O filme parece ter sido feito por um adolescente deslumbrado, que diz "olha como eu sei algo que vocês não sabem!". Polêmica barata, poderia ter sido um grande filme sem nem mesmo precisar ser laudatório.

  • @grandeirmao Mas não é simples zombaria. Quem narra o filme é a rádio auriverde, são os arquivos da tal rádio da época da segunda guerra. Não se trada de uma crítica posterior do diretor, mas de quem estava acompanhando os pracinhas na época da guerra.

  • Não é ficção

    Não é um documentário

    É uma piada de mau-gosto

  • @durvallourenco É um documentário. E muito bom. Parece que você nunca o viu.

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All Comments (13)

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  • É insuportável ver um filho de alemães tirando sarro dos pracinhas, que foram lá lutar contra Hitler e deram seu sangue. Isso é um desrespeito aos quase 500 brasileiros que morreram. É insuportável. 

  • Além disso, os pracinhas foram mandados para um cenário de guerra secundário, sem muita valia do ponto de vista financeiro ou estratégico. Tropas de muitas nações foram mandadas p/ Itália, apenas p/ morrerem no frio e em ataques suicidas. Se o ufanismo d certas pessoas ñ é capaz de ver este tipo d coisa, problema deles. Repito, os pracinhas ñ tinham o q fazer na Itália, foram bravos e aguerridos, mas lutaram numa guerra provocada por malucos sedentos de sangue, suor e lágrimas dos outros.

  • Certamente é um tema tabu. Assistindo ao documentário, percebe-se como o pracinha foi tratado como bucha de canhão em um conflito na qual ñ tínhamos muito a fazer. O episódio do afundamento dos navios brasileiros ainda é envolto em muito mistério, onde o submarino q supostamente afundou os navios foi destruído e a tripulação e o comandante nunca foram ouvidos realmente. Os americanos sempre foram muito bons em fabricar pretextos e enviar carne d canhão (dos outros) p/ defender a 'democracia'.

  • A crítica do filme com relação á supervalorização da FEB é também válida - óbvio que as rendições em massa no final da guerra de pouco valiam de prova para sucesso militar. Se eu fosse fazer um filme sobre a FEB francamente focaria no que falei no comentário anterior. Há relatos hilários dos veteranos falando sobre como os italianos os tratavam devido á propaganda alemã (que entre outras coisas os chamavam de canibais) - "Cadê 'gli bambini' "?

  • Relatos de TODOS os participantes no entanto, mostram o pracinha como mais valoroso e capaz que seus aliados, tenaz e sobretudo, mais humano. Uma força que integrava negros e asiaticos e que dividia mantimentos com prisioneiros e civis, combatendo ao lado de uma que segregava a todos, formando batalhoes só de negros ou só de asiaticos, confiscava propriedade civil e executava prisioneiros

  • É tudo questão da manipulação da informação, meus caros amigos. A força brasileira teve sem, no cenário estratégico absoluto, pouco importancia, mas importancia consideravel no teatro operacional (vale do pó). Aposto que vcs nao sabem como a participação americana foi irrelevante para a derrota nazista, enfrentando ostruppen e escoteiros enquanto os russos já os tinham derrotado (a alemanha) há 2 anos. No entanto se fomos nos guiar pela mídia e filmes...

  • Quanto ao respeito, lógico que é bom, mas a verdade é bom também. Por todos os feitos narrados no Brasil sobre a nossa "importante" participação, porque nunca vemos isso nos documentários sobre a Segunda Guerra. Recentemente assisti um na TV Escola sobre a situação da Itália na Segunda Guerra - daí pensei: "agora vão falar da gente!" - e nada. É de se pensar sobre a nossa exclusão dos documentários estrangeiros. No Auriverde mostra que saímos mais por baixo do que minhoca na lama.

  • @hardfael As imagens são ótimas, e, como eu falei, poderia ter sido um ótimo documentário. Pena que ele carrega um ar de revanchismo de um diretor que não respeita os fatos históricos, como ele mesmo fez em outros filmes, como "A guerra dos Pelados". A participação da FEB na 2º Guerra pode ser criticada de diversas formas, mas não pelo lado mais fraco da corda, que foi o dos pobres fudidos que foram obrigados a morrer por problemas que não eram deles.

  • @hardfael O texto lido é somente a narração do filme, criada pelo diretor. É IMPOSSÍVEL que esse texto tivesse sido divulgado, fosse na Itália, fosse no Brasil, como propaganda oficial. Impossível porque ele se refere ao pracinha como incapaz, ladrão e malandro, quando uma propaganda de guerra objetiva exatamente o contrário. Quem divulgasse isso seria preso na mesma hora pela ditadura do Vargas. Reafirmo o que eu disse: esse filme desrespeita a memória dos combatentes e do Brasil.

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