Cerca de 25 mil pessoas se reuniram na terceira edição do Chemical Music Festival , nesse sábado, dia 10, no Rio Centro. Mais de 12 horas de música, ao som dos melhores DJs sets e lives da atualidade, ocuparam os 60 mil m2 de área utilizada. A decoração foi um dos grandes destaques do festival, que aliada à comunicação inspiradas em elementos químicos, batizou cada uma das três tendas e o palco.
A exposição Chemical Geração Eletrônica, novidade esse ano, mostrou que além de diversão, música é cultura. O espaço multimídia atraiu a atenção do público, mostrando através de vídeos a história e evolução da e-music no mundo. O Privilège Lounge foi um destaque à parte, reunindo mais de 5 mil pessoas, entre muitas celebridades. Zuenir Ventura, Juliana Paes, Max Fercondini, Sergio Hondjakoff, Lui Mendes, entre outros globais, passaram pelo espaço.
No Palco Mercúrio, dedicado ao trance e progressive, o vovô do trance, Raja Ram, aos 65 anos mostrou que idade não importa e que a experiência é sempre importantíssima na hora de manter uma pista animada. O jovem Eskimo, com um pouco mais de 20 anos, cumpriu a promessa de ser a maior revelação dos últimos tempos na cena psytrance. O menino prodígio Yasser Hanzi mais uma vez encantou o público carioca quando subiu no palco às 7hr para 10 mil pessoas.
Na Tenda Platina, o minimal, techno e electro se fundiram e mais de 5 mil pessoas dançaram ao som de grandes nomes da cena internacional e nacional. Ellen Allien, provavelmente uma das melhores apresentações da noite, mostrou sua forte personalidade em um set que variou do techno ao minimal, recheado de elementos deep e milimetricamente construídos. King Roc foi uma das surpresas do festival. O DJ agradou em cheio com uma seqüência matadora de electro-house e deep techno. Kammy, a "Garota de Ipalenha", também apelidada de "Lady Machine", mostrou uma maturidade em sua técnica digna de qualquer top DJ internacional, dominando por completo a pista.
Na Tenda Ouro, os ares de Ibiza tomaram conta da dancefloor voltada ao House e suas variantes. Leo janeiro, o embaixador do evento carioca, conquistou o público com um set recheado com os melhores hits de tech-house e electro-house da atualidade, deixando a pista no ponto para Steve Angello. O DJ sueco, por sua vez, fez um set de uplifting house, enérgico e contagiante, concentrando cerca de 6 mil pessoas no momento mais animado desta pista. Sucesso absoluto.
Na Tenda Ferro, dedicada ao Rock, destacaram-se os shows das bandas Mop Top e Grave, que atraíram fãs e curiosos, que, distantes das batidas eletrônicas das demais pistas, deixaram-se envolver pelas sonoridades das guitarras misturadas aos sintetizadores.
Xacotada Monster qem nao etende axa q o cara toca mt...
vai ai fera faz um tech minimal @ live pegando random samples que eu qeroo ver!!!...
AI sim tu vai representar toca psy trance pra xacotada e facim agradar ate eu!!
nescau17 2 years ago
Se você não sabe, a maioria dos djs de fullon ou psytrance tem outros projetos de minimal, eletro e outras vertentes.
um exemplo é o paranormal attack que tem um projeto chamado underconstruction, o gabe do wrecked q tem o chamado velko.
Hoje em dia na musica eletronica temos que agradar a todos os gostos.
se não me engano o projeto do yasser se chama zorak
e outra, quero ver vc com 16 anos se garantir para tocar para uma multiudão de 15 mil pessoas.... rsrsrs
msamerson 2 years ago
Feraaa fica Sussegadinho ai que voce nem sabe do que eu falei, e ja esta falando merda...
Projetos HA HA HA! axo que voce nem sabe oq eh 1 @Live entao fica de boua antes de vir debater coisa que voce nem entende ainda!!
Olha oq voce cita para mim Paranormal attack wrecked, velho tu nao passa de mais um chacota!! no maximo voce deve ter pego uma ravizinha aki no brazil!! so lamentos!
nescau17 2 years ago
putzzzz... mereço mesmo ler isso...
msamerson 2 years ago