07/11/2011 02h35 - Atualizado em 07/11/2011 02h41
Repercussão:
A morte de Gelson repercutiu entre associações e entidades de classe. Em nota a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República afirmou que "o episódio reforça em toda a sociedade o sentimento de gratidão e de solidariedade a todos os profissionais de todas as categorias que, como Gelson, arriscam-se em suas tarefas diárias em prol dos brasileiros."
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão lamentou a morte do cinegrafista e manifestou solidariedade aos familiares, colegas e amigos.
A Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc-Rio) afirmou que os jornalistas precisam se capacitar para esse tipo de cobertura e, quando julgar necessário, se recusar a arriscar a vida em situações como essa. A Arfoc também exigiu do governo do estado a prisão do autor do disparo.
O Instituto Internacional de Segurança da Imprensa também espera que os bandidos que assassinaram o jornalista sejam presos, julgados e que recebam as penalidades cabíveis na legislação brasileira.
O presidente da Associação Brasileira de Impresa (ABI), Maurício Azedo, disse que é obrigação de toda empresa avaliar os riscos a que seus profissionais estão submetidos. Mas lembrou que o jornalista não deve abdicar jamais do seu dever de informar.
"O papel do jornalista é buscar a informação. Evidentemente que ele tem que buscar a informação em condições que representem a sobrevivência dele e a obtenção, com eficácia, daquilo que é seu objetivo: a busca da notícia. Mas abrir mão dessa possibilidade, isso representaria uma capitulação e uma negação do jornalismo", disse Azedo.
Segundo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, "a cobertura da violência só fica mais perigosa com a política de enfrentamento do Estado e a utilização de armas cada vez mais poderosas". A entidade criticou as empresas jornalísticas por, no entender do sindicato, não adotar "medidas concretas"para proteger seus profissionais.
W1TV NEWS
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Guerra às drogas só beneficia a policia que recebe dinheiro.
Os jovens não tem emprego, se tornam traficantes e são mortos, cinegrafistas são mortos e a população é morta.
A droga mais perigosa hoje é o alcool, por isso que existem tantos viciados em crack. O impacto direto é menor e muitos viciados em crack param de beber.
Mas o crack é uma criação marginalizada para o consumo da cocaína, que vicia menos do que a nicotina.
Legal é financiar as farmacêuticas.
O que mata é a guerra.
Konicava 4 months ago
Porque não vao atrás dos fornecedores de drogas ?
Só se corta o mal pela raíz. Sem nenhum fornecedor tornaria impossível o tráfico de drogas e menas pessoas morreriam em virtude disto.
Jackestrankruel 4 months ago
BRASIL PAÍS ONDE O BLÁBLÁBLÁ SÓ RENDE IBOPE E NADA MAIS. QUANDO ESTA TRISTE FATALIDADE ESFRIAR COMO SEMPRE TUDO SERÁ ESQUECIDO E OS MAIS TRISTES DESCASOS QUE ENCONTRA-SE NA SAÚDE NA EDUCAÇÃO E PRINCIPALMENTE NA SEGURANÇA CONTINUARÃO ACONTECENDO, PORQUE AQUI E O BRASIL.
DSILVAKABULOSO 4 months ago