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Surfista Cadeirante encara Pororoca - Repórter Rio (06_03_2012) TV Brasil

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Published on Mar 6, 2012

Ele não tem o movimento das pernas. Mas nutre um sonho: surfar as ondas da Pororoca, fenômeno natural que provoca grandes ondulações em rios, existente no Pará Amapá e Maranhão. Por isso, Andrezinho Carioca, surfista e cadeirante de 32 anos esteve no Maranhão em 7 de fevereiro de 2012. E em 8 de fevereiro foi para a cidade do Arari, onde experimentou as águas do Rio Mearim surfando nas ondas da Pororoca.

Paraplégico desde 2001, resultado de um grave acidente de automobilístico, o carioca começou a surfar por incentivo da organização chamada AdaptaSurf, no Rio. A primeira reação da família foi de surpresa. "Liguei para minha mãe e disse: mãe descobri um projeto de surf adaptado. Sábado que vem vou a praia pegar onda. Ela respondeu: Pegar onda? Está maluco?!!! Você já viu algum cadeirante na praia?...

Andrezinho começou a fazer história e mudar de vida. Hoje, o surfe é essencial para lhe manter de bem consigo e com a vida. "Hoje sou atleta da ONG ADAPTSURF. Amo a minha vida, minha família e meus amigos. AMO VIVER!!!!",diz em seu perfil nas redes sociais.

O sonho
O sonho de ser o primeiro surfista cadeirante a enfrentar a Pororoca foi realizado no Maranhão.

Andrezinho conheceu as ondas de água doce atráves do filme Surf Adventure 2 e dos trabalhos realizados pela Abraspo (Associação Brasileira de Surfe na Pororoca), responsável por fomentar o surfe no Pará, Amapá e Maranhão.

Na quarta-feira, seguiu viagem para Arari, portal de entrada para a Pororoca do Rio Mearim, com os também surfistas Noelio Sobrinho, o maranhense Jeronimo Junior, ambos da Abraspo, Severino Junior e Rick. Na cidade, a bordo de uma lancha, vão garantir a melhor onda para que André faça história nas águas do Rio Mearim.

Protesto
O trauma de André já foi superado. Agora, ele tenta vencer as dificuldades impostas pela falta de acessibilidade nas cidades brasileiras e, sobretudo, em praias. A dificuldade, diz ele, é tamanha. E o poder público, protesta, muito ausente.

"Infelizmente ainda não temos praias totalmente acessíveis e por esse motivo me limito a ficar olhando as ondas quebrando lá do quebra mar na Barra da Tijuca (Rio), onde algumas pessoas vão pescar a noite", diz Andrezinho, para completar: "Gostaria muito que aqui no Brasil o poder público desse real importância ao povo como um todo e cumprisse o que é previsto no artigo 5° da nossa Constituição Federal provendo que tenhamos uma vida igual, nas mesmas condições em que pessoas ditas sem deficiência".

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