29a Bienal
COTIDIANO
Uma constante negociação por um desenho coletivo
Michel Groisman, com sua Máquina de Desenhar, desenvolveu uma série de performances ao longo de alguns dias no Terreiro "O outro, o mesmo". A dinâmica consistia na ativação de uma máquina de fazer desenhos pelo público e sob orientação do próprio artista. Ancorado em uma produção artística participativa Groisman propõe uma arena de negociação, análoga às relações sociais que acontecem nos múltiplos espaços de convívio. A própria natureza política da arte contemporânea se faz presente de maneira constante na relação com seu público espectador.
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