Louçã falou daquele que considera o "escândalo Alves dos Reis do século XXI", após as entidades de supervisão do sistema financeiro terem dito que as contas do BCP foram falseadas desde 2000, com mil milhões de euros traficados em paraísos fiscais. Louçã perguntou porque é que o governo não quer mexer na regras dos paraísos fiscais e no dever de informação por parte dos bancos. Sócrates afirmou a confiança do governo nas entidades que investigam o caso e considerou que as fortunas ganhas pelos administradores são "uma prova de ganância" e não "são moralmente justificáveis"
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