Composição: Alain Oulman & Pedro Homem de Melo
Prece
Talvez que eu morra na praia
Cercada em pérfido banho
Por toda a espuma da praia
Como um pastor que desmaia
No meio do seu rebanho.
Talvez que eu morra na rua
E dê por mim de repente
Em noite fria e sem luar
E mando as pedras da rua
Pisadas por toda a gente.
Talvez que eu morra entre grades
No meio de uma prisão
Porque o mundo além das grades
Venha esquecer as saudades
Que roem meu coração.
Talvez que eu morra de noite
Onde a morte é natural
As mãos em cruz sobre o peito
Das mãos de Deus tudo aceito
Mas que eu morra em Portugal.
Se ne sono andati due fari del sapere Amalia e Josè siamo tutti più poveri speriamo nel nuovo....ma come Amalia mai!!!!!
TheNicoletta62 5 days ago
Caro amigo, tentei enviar-lhe uma mensagem em vez de escrever aqui, mas não consegui. Não leve a mal, mas esse poema tem vários erros. Pode encontrar a letra corrigida em portais.ws/?page=art_det&ida=16596. De qq forma obrigado por ter feito o upload.
npoppp 7 months ago