Na segunda parte da intervenção de encerramento, Louçã dirigiu-se a Sócrates, lembrando a sua promessa de referendar o novo tratado. E criticou Sócrates por dizer que quem não está de acordo com ele não é pela Europa, antes de propor o reforço dos recursos para a solidariedade e a protecção social, um objectivo impossível quando o que está previsto é apenas investir 1% do orçamento europeu.
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