PORTUNHOL SELVAGEM EM MERCEARIA SAM PEDRO
...o que seriam das cartas de amor não fossem ridículas, no serian poemas líricos no fueran bregas [no fueran emos]. Nesta quinta-feira 1-11, lanzo um libriño llamado Cada Vez Que Ella Dice X. Son 18 poemos que vagan entre bolero, samba-canção y trip-hop de subúrbio. A editora é a Yiyi Jambo, prima paraguaya da porteña Eloisa Cartonera e da brasuca Dulcinéia Catadora - livros artesanais, baixa tiragem, capas em papelão recolhido de las calles por augustos catadores; en caso de mi libro, tapas irrepetibles pintadas por el Domador de Yakarés. Poesia barata inspirada em musas caríssimas, os 18 poemos foram recatados entre O Impostor e o inédito Lua Vermelha, fermentados em barris de uísque falsificado y quarados en portuñol o spanglish selvaje. O editor, por supuesto, é o mitológico Douglas Diegues. Ele também lança um libreto de amor incondicional, Rocío, lavrado y ladrado em honra da pin-up-mor de los chacos Rocío Núñez. Também seran jogados en las arenas de la Mercearia São Pedro los titulos La Mujer és un Gluebo da Muerte - Una Noubellita Sangrenta de Amor a Quemmaropa, de Xico Sá, Monarks Atravesan el Apa, de Joca Terron, Meu Doce Valium Starlight, do MaickNucleaR, Predadores da Utopia, do Lau Siqueira, e um outro livro meu, Corpo porco alma lama. A partir das 20h y hasta el fin de la cachaza o del corazón, o que acabar primeiro. Buera allá
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