Iniciativa gestada por participantes do Educação Gaia Rio de Janeiro, consiste em promover intervenções urbanas não-violentas e afetivas para difundir valores de fraternidade, gentileza, amizade, parceria e amor universal.
Brotam do coração da diversidade como ações de integração, de ampliação da confiança da população, rumo a mudanças estruturais de consciência.
Na iminência do ano 2012, é uma chamada para irmos ao espaço público tecer novas relações de cumplicidade e criar ambientes de colaboração e apoio mútuo, em consonância com os movimentos de ocupação e organização da sociedade civil.
Os choques de amor vêm para sacudir a pessoa comum trazendo um sopro de energia positiva para que esta possa sair do torpor e se recordar de sua verdadeira natureza de participante da comunidade da vida.
Choques de amor são para serem replicados! Incentivamos grupos dos mais diversos, sejam colegas de sala de aula, de trabalho, jogadores do mesmo time, primos, amigos reunidos, a ideia é que possam se deflagrar choques de amor por todas as partes.
Somos os 99% da população que quer a mesma coisa: paz, alegria, satisfação, serenidade, conhecimento, criatividade, ternura e transcendência.
Somos aquel@s por quem estávamos esperando.
Rio de Janeiro, primavera de 2011
Música Incidental: Elle Shelle, de Andreas Vollenweider e Bob McFerrin. Do álbum Cosmopoly, de Andreas Vollenweider.
Citação da letra da canção "O Sal da Terra", de Beto Guedes.
Captação e montagem: Filipe Freitas - http://autopoeta.wordpress.com
Uh! Um choque de amor! Uh!
thilindao 22 hours ago
AMEIIIIIIIIIIIII DE TODAS AS FORMAS POSSÍVEIS...
MaeTerraEstamosAqui 1 month ago
Amei a idéia!!! Achei lindo, como o envolvimento de alguns pode contagiar a todos.
Uma sensação boa, energia suave que transcende a tela. Fiquei chocada!!! Que delícia o CHOQUE DE AMOR!!!! O mundo precisa de um CHOQUE DE AMOR, bem dado. Por um mundo melhor...Paz e Bem.
TheKika2704 2 months ago
@deborafchaves os romanos já matavam seus inimigos nas arenas muito antes do surgimento do cristianismo, hoje elas continuam a existir, menos violentas mas o modelo básico é o mesmo. Os campos de futebol, os coliseus da nossa Era. Você já viu torcedores de times adversários se confraternizando, se amando na entrada, saída, ou mesmo durante os jogos. E as faltas, empurrões, xingamentos... Os massacres não foram proibidos, foram substituídos.
stresser 2 months ago
Que a onda seja de amor, alegria, paz, conforto, segurança, amizade, compaixão!
Só que tem que começar por você. Pela idéia de micro para macro. Esperança é meu lema para 2012. Entre nessa também!
Assista, compre a idéia, reproduza, repasse a todos e comece a vivê-la cotidianamente, não só no sinal, mas em casa com sua família, na empresa com seus colegas de trabalho, na escola, no prédio, nas cidades em todos os momentos da nossa vida!
deborafchaves 2 months ago
Massacres vêm acontecendo desde o século VI de maneira diferente, mas com o mesmo tom, com a mesma sede de prestígio, poder, prazer pelo sarcástico.
Note, houve uma sutil evolução do ser humano para com o próprio, mas ainda temos um longo caminho à percorrer, mas tem que haver a contribuição, envolvimento e empenho de todos
Que a onda não seja de assaltos, nem de corrupção, ou de pedofilia. Vamos transformar e fazer com que o bem apareça mais que o mal.
deborafchaves 2 months ago
Antes as pessoas se divertiam assistindo as batalhas sangrentas entre leões e gladiadores na grande Arena. A cultura do Coliseu que movia a massa, mas porque era cultivado. Era lá que os romanos mandavam matar os cristãos (as pessoas que acreditavam em Jesus Cristo). Roma teve que cair os terremotos tomarem conta, além de seus materiais nobres serem saqueados para os massacres deixarem de existir. Claro, fatores históricos, sociais e religiosos contribuíram para a proibição dos massacres.
deborafchaves 2 months ago
Grande toque! Um choque de amor.
Parabéns pela iniciativa.
Quero choque toda hora.
tiaoarte 2 months ago
<3
viavelberg 3 months ago
Amei IIII!!!!
thaiagaia 3 months ago