Seu trabalho atual é fruto da absorção dos valores espirituais, do colorido e da sutileza destas civilizações.
Em 2001, lançou o livro Tibet, no coração do Himalaia, oferecendo ao leitor belas fotografias e aquarelas das paisagens, dos costumes e da população tibetana.
Ir ao Tibet é sentir o vazio, o intervalo, a meditação, os cantos dos monges, a devoção. É compreender que todas as coisas fazem parte de uma imensa totalidade e, ainda que por um instante, é também ser capaz de fundir o espírito à montanha avistada ao longe. A integração com sua natureza parece favorecer o contato com o centro espiritual de cada um. (trechos do livro Tibet no coração do Himalaia, de Cláudia Proushan).
Cláudia Proushan é artista plástica e fotógrafa. Formou-se na Fundação Armando Álvares Penteado e aprofundou seus estudos de aquarela em Paris. Em 1987 iniciou suas viagens ao Tibet, Mongólia, Nepal, Indonésia, Índia e China. Além desses lugares já fotografou a Jordânia e Israel. A vivência nestes países se traduz em imagens que captam com delicadeza a cultura local. Cláudia participou como co-autora do Manual dos Direitos Humanos, publicado pelo Ministério da Justiça em 1998.
Oi Super bacana adorei sua sintese , todas cores e imagens! Demais !!!bj
sambafradique 1 year ago
Parabéns! Belíssimo! Linda fotografia, luz e conteúdo. Muito bonito. Gostei muito!
kiko875421 1 year ago