O filme começa com a imagem de pontos pretos ao som de uma locução elogiosa: "Este homem pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo". Aos poucos, o plano se abre e exibe centenas de outros pontos, até formar a imagem do ditador nazista Adolf Hitler [1889-1945].
"É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade. Por isso, é preciso tomar muito cuidado com a informação e o jornal que você recebe", conclui o texto original.
O novo comercial termina com um aviso ao leitor: "Isso valeu para ontem. Isso vai valer para amanhã".
Para o diretor-executivo de circulação e marketing, Murilo Bussab, a campanha mostra que a Folha evoluiu, mas se mantém fiel aos mesmos princípios: "Daqui a 23 anos, a mensagem ainda poderá ser a mesma", disse.
A campanha original foi idealizada por Washington Olivetto, da W/Brasil.
O novo filme é assinado pela agência Africa, de Nizan Guanaes. Ele participou da criação do filme original.
O comercial estreia hoje à noite, nos intervalos do debate Folha/RedeTV!, e será veiculado em outras emissoras até o fim de outubro.
Bem,Lula não pegou uma nação destruída,nem mesmo uma economia caótica.
Usar Hitler está ficando muito lugar-comum,talvez devessem,só pra ser menos acintosamente esquerdinha,usar a imagem de Stalin,Lenine,Fidel et caterva.
liaseal 1 year ago