Ai, ai, saudade, saudade dela, ela se foi, saudade, fiquei sem ela.
Fonte de sabedoria, onde tudo podia achar, todo o canto matriz, da gente do meu lugar.
Quando eu era canarinho, ela existia, sabiá.
Hoje canto sozinho e dela sempre vou lembrar!
Do nosso convívio saiu, já se dizia cansada...
Deixou um largo sorriso e um doce canto de paz.
Foram tantas alegrias, servidas naquele prato. Mistura de amor e poesia, em mesa de luxo era ouro, brilhante e prata.
Ai, ai, saudade, saudade dela!
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