O autor Luís Dill lendo trecho de seu último lançamento. Na obra, Francisco, o herói de Beijo Mortal, encara a violência para saber como e por que acontece. Só depois disso talvez a gente saiba como lidar com ela. O texto é coloquial, direto. Os diálogos são um pingue-pongue e as histórias, rápidas, com as manhas do cinema de ação. (Ernani Ssó)
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