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Barcelona 4 x 0 Santos um Baile Catalão

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Uploaded by on Dec 18, 2011

O técnico Muricy passou os últimos seis meses matutando sobre como barrar esse Barcelona espetacular na decisão do Mundial de Clube. Pensou, repensou e resolveu recorrer à velha fórmula dos três zagueiros de ofício, protegidos por dois volantes, mais os cuidados defensivos de seus dois laterais e tal e cousa e lousa e maripousa.

Traduzindo: a mais rigorosa e antiga retranca, o Ferrolho Suiço de Rappan, a grande novidade da Copa de 1950.

Pois, findo o primeiro tempo, o que tínhamos? Um mísero ataque do Santos, quase 80 por cento de posse de bola do Barça, 3 a 0 no placar, uma bola no poste de Fábregas e mais de dez investidas dos catalães à área santista.

Sim, porque naquele tic-tac tradicional o Barça passava pela retranca peixeira como faca em manteiga derretida.

Logo aos 13 minutos, Messi disparou para Rafael rebater duas vezes, na recarga de Thiago Alcântara. E, três minutos depois, Messi, concluindo num peteleco sobre Rafael trama com Fábregas e Xavi, abriu o placar.

Aos 22 minutos, foi a vez de Xavi finalizar passe da direita de Daniel Alves: 2 a 0. Quatro minutos depois, o primeiro e único ataque do Santos, com Ganso servindo a Borges, que chutou para defesa de Valdés.

Pouco além, Danilo se machuca e dá vez a Elano, com Arouca passando a atuar pela lateral-direita. Mas, nada mudou, a não ser o terceiro gol catalão, em jogada nascida dos pés de Daniel Alves que Messi devolve de calcanhar para Daniel e Thiago, na sequência, obrigarem Rafael a duas defesas, antes de Fábregas rematar de cabeça: 3 a 0, fora o baile.

Já no começo do segundo tempo, Messi cria nova chance, que Rafael salva. E, em seguida, eis que o Santos, afinal, consegue jogar uma bola na área do Barça para Neymar tocar de cabeça por cima.

Bem que, no segundo tempo, o Santos avançou um tantinho sua marcação e conseguiu ultrapassar o meio de campo umas três vezes. E, em duas oportunidades, chegou na cara de Valdés, que conjurou o perigo.

Em contrapartida, até o apito final, o Barça criaria cerca de cinco chances de ouro -- numa delas, o tiro de Daniel Alves chocou-se com o poste -, sem contar o segundo gol de Messi, que, aos 37 minutos, ao receber de Daniel Alves, limpou o goleiro Rafael e tocou para as redes vazias.

Bem, se Messi marcou dois e ainda por cima protagonizou belas e eficientes jogadas, Neymar, praticamente, não viu a cor da bola. Principalmente, porque a bichinha não lhe chegou aos pés. Mas, nas raras vezes em que chegou, não recebeu o devido carinho do craque.

O certo é que, afora o fato de que esse Barça é na atualidade incomparável e só comparável aos grandes esquadrões da história do futebol mundial, a distância técnica e tática ente o jogo que ele pratica e o que realizamos por aqui é abissal.




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