Imagine diagnosticar doenças ou condições patológicas muito antes dos sintomas aparecerem. Recentes descobertas científicas na biologia molecular e celular estão produzindo um entendimento dramático dos processos patológicos e estão mudando definitivamente a maneira de diagnosticar estas condições.
O modelo see and treat está sendo substituído pelo predict and prevent, ou seja, os médicos não apenas raciocinam em cima de condições patológicas que já estejam comprometendo seus pacientes, mas sim em evidências de que determinada pessoa possa vir a desenvolver certa doença.
Surgiu então a imagem molecular, para diagnosticar doenças em seus estágios mais iniciais, muito antes dos sintomas e alterações anatômicas aparecerem. E em se tratando de imagem molecular, as tecnologias PET e PET/CT (principalmente) são hoje as mais utilizadas.
Utilizando radiofármacos que avaliam diretamente o metabolismo e os processos celulares, consegue-se mapear e avaliar possíveis alterações que estão em níveis microscópicos.
Atualmente, a grande maioria dos exames PET e PET/CT em todo o mundo é feita utilizando-se o FDG-18F como radiofármaco.
No Brasil, antes de 2006, o FDG-18F só podia ser produzido por instituições públicas, em São Paulo e no Rio de Janeiro, o que restringia o acesso dessa tecnologia ao mercado, principalmente para as regiões mais afastadas destes centros. Em 2006, porém, foi aprovada a lei que libera a produção do FDG-18F e de outros radiofármacos de meia-vida curta por instituições privadas. Foi criada então a Villas Boas Radiofármacos do Brasil S.A., empresa do Grupo Villas Boas, que inicia agora a produção continuada destas doses, abrindo o mercado para a distribuição em larga escala para todo o país.
Eu trabalho na Villas Boas...
Rafael1987limadudu 4 months ago