YAMA E NIYAMA - PRINCÍPIOS MORAIS UNIVERSAIS

Loading...

Sign in or sign up now!
Alert icon
Upgrade to the latest Flash Player for improved playback performance. Upgrade now or more info.
12,428
Loading...
Alert icon
Sign in or sign up now!
Alert icon

Uploaded by on Feb 6, 2007

Yama e Niyama são princí­pios morais universais, sem os quais a prática espiritual é uma impossibilidade. Os códigos morais são a base da sadhana.
Moralidade é a base da Sádhaná (práticas espirituais). Entretanto, é preciso lembrar que moralidade ou boa conduta não é o ponto culminante da marcha espiritual. Como moralista, é possível estabelecer um ideal para outros moralistas, mas para um Sádhaka (aspirante espiritual) isso não é preciso sequer ser mencionado.
A Sádhaná, no seu início, requer equilíbrio mental. Essa harmonia mental pode também ser chamada de moralidade. Diz-se freqüentemente: "Eu não sigo religião nem rituais; eu sou fiel à verdade; não prejudico ninguém, não digo mentiras e isto é o que é necessário. Nada mais deve ser feito ou aprendido." Deveria ser claramente entendido que a moralidade é somente um esforço para levar uma vida correta. Seria mais correto definir moralidade como uma força dinâmica do que como uma força estática, porque o equilíbrio nas esferas exteriores da vida é mantido travando-se uma guerra sem tréguas contra todas as idéias contrárias. Não é um equilíbrio interno-externo. Se o estado de desequilíbrio mental tomar um rumo de difícil correção, devido à pressão das tentações externas, e se o distúrbio mental for intenso, será muito provável que a força para a luta interna se enfraqueça e que, como conseqüência, o equilíbrio externo ou a demonstração de moralidade venha a se desfazer a qualquer momento. Eis por que a moralidade não é uma meta nem uma força estática. A moralidade de um moralista pode desaparecer a qualquer momento. Não se pode dizer com certeza que o moralista que resiste à tentativa de suborno por dois reais possa também resistir à oferta de 200.000 reais. Contudo, moralidade não é, em absoluto, desprovida de valor na vida do homem. Moralidade é um atributo do bom cidadão e se constitui no ponto de partida no caminho da Sádhaná.
Os ideais morais devem ser tais que possam fornecer ao homem capacidade e inspiração para prosseguir na senda da Sádhaná. A moralidade depende dos esforços no sentido de manter o equilíbrio com relação aos fatores tempo, lugar e pessoa; e, devido a isso, pode haver diferenças no código moral. Porém, o objetivo final da moralidade é o alcance da Bem-aventurança Suprema. Logo, não pode haver qualquer possibilidade de incorreção devido aos fatores relativos. Não se pode dizer que o alvo final da vida humana seja não roubar; o desejável é que a tendência para roubar seja eliminada. Não é a meta da vida que o homem não se entregue à falsidade; o importante é que a tendência para mentir seja dissipada.
O Sádhaka inicia suas práticas espirituais observando os princípios moralistas baseados em não se envolver em roubo ou falsidade. O objetivo dessa moralidade é alcançar a união com Brahma — um estado onde deixam de existir a vontade de roubar e a tendência à mentira.
Na Sádhaná da Ananda Marga, a educação moral é ensinada com esse ideal de união com Brahma, porque a Sádhaná não é possível sem uma ideação moral. A Sádhaná desprovida de moralidade desencaminha o homem novamente para os prazeres materiais, e, a qualquer momento, ele pode empregar seu poder mental obtido com muita dificuldade para saciar a sede de desejos materiais fúteis. Há muitas pessoas que perderam o ritmo da Yoga ou da Sádhaná Tântrica e estão desperdiçando seus dias em desonra e infâmia. Qualquer pequeno progresso que elas tenham alcançado através de um rigoroso controle de seus instintos perdeu-se por um erro momentâneo, na busca de prazeres mundanos. É preciso, portanto, salientar que, mesmo antes de começar a Sádhaná, os princípios morais devem ser rigorosamente seguidos. Aqueles que não os cumprem não devem seguir a senda da Sádhaná; pois, do contrário, causarão danos a si próprios e aos outros. Os ácáryas (monges e monjas da Ananda Marga) devem ter observado que as pessoas de natureza super-egoísta temem a Ananda Marga por temerem seguir os princípios morais estritamente; receiam que a difusão do ideal da Ananda Marga seja um empecilho à realização de seus desejos baixos, egoístas, e, portanto, eles se entregam à difamação da Ananda Marga, para encobrir sua própria fraqueza e desonestidade. Porém, é mister lembrar que os que carecem de princípios morais não merecem ser chamados de seres humanos. Todavia, por mais que tentem, sua verbosidade não pode esconder por muito tempo a insignificância de suas mentes.

  • likes, 0 dislikes

Link to this comment:

Share to:
see all

All Comments (2)

Sign In or Sign Up now to post a comment!
  • Namaskar and Thank you brother Suprakash08, that´s a good question to make to ourselves. Every day I get more convinced that human beings need eachother.

  • Namaskar, brothers and sisters. There should be only ONE question in our live: "How am I pleasing my LORD today?"

Loading...
Alert icon
0 / 00Unsaved Playlist Return to active list
    1. Your queue is empty. Add videos to your queue using this button:
      or sign in to load a different list.
    Loading...Loading...Saving...
    • Clear all videos from this list
    • Learn more