Parte 2.
Segundo Gilles Lipovetsky, autor de obras emblemáticas como A Era do Vazio e A Felicidade Paradoxal, já não podemos falar de sociedade de massas. Foi este o ponto de partida para a conferência A felicidade na sociedade de hiperconsumo. O filósofo francês, também autor do conceito de hiper-modernismo, explicou que desde o final dos anos 70 assistimos à emergência de uma sociedade de hiperconsumo, em que o consumo não é linear, é dessincronizado, havendo uma utilização personalizada dos objectos e serviços. Explicou que os padrões de consumo deixaram de obedecer à cultura de classes um conformismo que desapareceu. Ainda que as desigualdades económicas se mantenham, agora todas as pessoas têm as mesmas aspirações. Disso é reflexo a mundialização da contrafacção, referiu, com todos a quererem consumir produtos de marca. (in Newsletter Novembro/Dezembro 2009 da Fundação C.Gulbenkian).
À Maravilhosa Fundação CG, o meu agradecimento pelo video e pelo trabalho que tem sido desenvolvido no âmbito da cultura!
Zenony 2 years ago