Foi um domingo todo especial, da queima de cerâmica à malabares com diábolo. Explicando melhor, diábolo é um malabares evoluído do ioiô chinês que tem como manipulação básica fazer o carretel girar suspenso no fio. O termo diabo vem da palavra grega diaballo (mais tarde diábolo), que significa "lançar através".
E lançados através da queima, da cerâmica, do futebol, do monociclo, da música da viola, da cerveja, do churrasco e principalmente do diábolo, os moradores e convidados da queima da Servidão Batuel Cunha estavam todos integrados e relacionados com a história.
Cada sujeito relacional fazia, de acordo com o grupo, a sua história, repassava seus ensinamentos ou apenas aproveitava o espaço para se divertir como nunca. Alguns tentavam malabares, outros arriscavam o monociclo. Havia os que se responsabilizaram pela alimentação do fogo, os que colaboraram com a montagem e desmontagem do forno e os que ensinavam cerâmica.
Uma sinergia de um grupo de pessoas com diferentes conceitos, mas preocupados com o bem-fazer de um interesse em comum, a queima.
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