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All Comments (19)
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Portanto, relacionar linhas modernistas da capital do pais, com sua base nos galpões
da industria francesa do século XIX, à industrialização e desenvolvimento da nação vemos que esta fora de cogitação, uma vez que nosso produto em pauta de exportação aquela época ainda estava fincado no setor primário.
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Assim , excluímos a primeira possibilidade
de respaldo à identificação nacional. O que existia era uma intencionalidade de progresso positivista, atrelado ao desenvolvimento industrial que beneficiaria a recém formada classe média brasileira. Ambos, mais tarde constatada, a chaga de um período histórico.
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A industria fomentada por capital estrangeiro, atrasando assim a concepção que temos
hoje de desenvolvimento auto-sustentável e a formação dessa classe que, sobretudo,
conservadora se entupia de bossa-nova, enquanto comprava eletrodomésticos deixando que
os militares matassem e censurassem aqueles que não se contentavam com a chegada da
televisão.
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A marcha de Deus e a família possibilitou a subida do militarismo ao poder. Quando a classe média percebeu o feito já era tarde e, com isso, foi obrigada a amargar longos anos de ditadura.
A segunda desmistificação que busco constatar se dá ao fato do deslocamento executivo, judiciário e administrativo do poder.
Brasília: esquizofrenia arquitetônica
Demência precoce, a qual, segundo Bleuler, seria um deslocamento ou figuração das
funções psíquicas. Foi essa a doença que assolou Lucio Costa, o idealizador de Brasília
e o inexperiente executor do projeto Oscar Niemeyer. Ao aceitar os desafio da técnica e da máquina,
arquitetos como eles e Lê Combusier riscaram o Brasil em pranchetas francesas, ambos pagos com dinheiro do povo.
jeffcausador 2 years ago
Jeremy Bentham em Panoption (1791) pensa resolver problemas relacionados à disciplina
da prisão e ele diz, de todas as coletividades onde existem problemas de fiscalização
por um simples projeto arquitetônico o inspetor vê sem ser visto.[1] É através dessa
frase que traço paralelo entre o contexto histórico nacional e a formação do espaço
industrial na França.
jeffcausador 2 years ago
De maneira a compor a insanidade e o desproposito da criação donde, o subterfúgio usado, era a ordem do progresso modernista.
Nascida alguns anos antes do golpe militar brasileiro, a cidade racionalizada brotou do
centro oeste como uma flor mecânica, em 18% de umidade relativa do ar.
jeffcausador 2 years ago
Composta por linhas
rápidas a formar grandes espaços que valorizassem o padrão, impelindo, assim, qualquer
desabrochar de especificidade nacional, Brasília, nasce seguindo a linha de produção e
sob os moldes dos galpões do inicio da revolução industrial francesa. Galpões que em seus primórdios regem três princípios de organização espacial: o político, o técnico e a
vigilância de idas e vindas das pessoas e mercadorias.
jeffcausador 2 years ago
Por uma questão , entre outras, geopolíticas a capital do Brasil é deslocada do Rio de
Janeiro para o centro oeste do território nacional. O período histórico do qual é realizada tal transição consiste na base da industrialização da região sudeste,
sobretudo. Quando cito a região sudeste refiro-me a basicamente a duas cidades: são Paulo e Rio de Janeiro, ambas incomparáveis a qualquer cidade de um pais desenvolvido,
àquela época.
jeffcausador 2 years ago
Seja por quantidade de produção ou pela maneira de como é reduzido tais produtos. Vale ressaltar que o período se enquadra desde a campanha política de JK com
seu slogan de campanha Brasil, 50 anos em 5 junto com a chegada a primeira montadora de automóveis. Que como o próprio nome diz não produz, apenas monta. Se a produção de riqueza, segundo Karl Marx, esta na quantidade de trabalho agregado á matéria, a
industria brasileira na segunda metade do século XX é uma piada.
jeffcausador 2 years ago