A introdução desta valsa-canção, sem palavras, tornou-se prefixo pessoal de Sílvio Caldas. Histórica gravação Victor de 12 de outubro de 1934, lançada em março de 35 (33911-A, matriz 79729). Para a eternidade!!!
Dorme, fecha esse olhar entardecente Não me escute, nostálgico, a cantar Pois não sei se feliz ou infelizmente Não me é dado, beijando, te acordar Dorme, deixa os meus cantos delirantes Dorme, que eu olho o céu a contemplar A lua que procura diamantes Para o seu lindo sonho ornamentar Na serpente de seda dos teus braços Alguém dorme ditoso sem saber Que eu vivo a padecer E o meu coração feito em pedaços Vai sorrindo ao teu amor Mascarado desta dor
A introdução desta valsa-canção, sem palavras, tornou-se prefixo pessoal de Sílvio Caldas. Histórica gravação Victor de 12 de outubro de 1934, lançada em março de 35 (33911-A, matriz 79729). Para a eternidade!!!
samuel63867 5 months ago
Maravilhosa!!!!!!!!!!
Gosto de café quente ao pé do radio, casa da Vó maria.......
duca2010A 9 months ago
pipotherium 10 months ago
Linda música. Um clássico da seresta. Só o Orestes Barbosa para fazer uma letra dessas mesmo !
marioannuza 1 year ago
Obrigada por postar este vídeo. Procurei tanto! Mais que demais! Linda música e letra!
tucaternura 1 year ago