Com concepção de Débora Duboc,"O Homem, a Besta e a Virtude", de Pirandello, ganha montagem popular e faz rir da hipocrisia.
A peça tem direção de Marcelo Lazzaratto, direção de arte do carnavalesco Chico Spinosa e tradução de Marcos Caruso.
O HOMEM, A BESTA E A VIRTUDE conta a história de uma mulher virtuosa que engravida de um amante. O marido, um rude capitão de navio, desleixado em seus afazeres eróticos / matrimoniais, passa mais tempo singrando os mares do que em sua casa. Tudo acontece no dia em que ele está de volta, em terra; o dia em que terá que acontecer (custe o que custar) o encontro marital, a "cópula" para que a gravidez da mulher "virtuosa" seja explicada.
Os "quiprocós", desesperos e tentativas de esconder o adultério e gravidez vão gerar um espiral de cenas hilárias onde a hipocrisia da moral burguesa é desmascarada num jogo cênico de ironias, inteligência e mordacidade.
O HOMEM, A BESTA E A VIRTUDE é um espetáculo de 11 personagens que é realizado por 5 atores: Débora Duboc, Gabriel Miziara, Fernando Fecchio, Thiago Adorno e Luiz Alex Tasso. As "dobras" acentuam o cômico e "brincam" com a questão das máscaras.
Em São Paulo a comédia foi sucesso de crítica e público.
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