Há outro problema que temos deixado de lado: as universidades.
Creio que não há outra alternativa senão repensar a questão das
famosas universidades de verão.
De converter todas as universidades parisienses em centros de
acolhida de jovens revolucionários de todo o mundo.
Obrigar, pois, o governo a permitir a entrada em toda a França
de jovens revolucionários alemães, italianos, que queiram
debater conosco nas faculdades. Porque podemos converter
essas faculdades em bases, residencias, etc, pelo fato
da questão revolucionária se colocar como um problema
de alcance europeu. A situação atual nos permite ocupar
todas as universidades. Convertamos, pois, estas
universidades em foros de debates e discussão durante
todo o verão para desenvolver um movimento revolucionário
em escala européia.
Ele diz "juventudes revolucionárias do mundo" e depois "fórum de debates europeu" : Mundo = Europa. É um ato falho que demonstra um eurocentrismo inconsciente que existe desde muito (ex. na discussão de Lenin sobre os estados unidos da europa...), que continua hoje em dia (ex. movimento contra encontros de cúpula, que se diz global) e ainda deve durar por bastante tempo.
comuna2 2 years ago