A Praça José Lins do Rego(Antiga Praça João Pessoa) se destaca entre outras existentes na cidade pela beleza dos fícus ornamentais, pelo coreto e pelo busto, em pedra, de José Lins do Rego. Este busto foi esculpido por Bruno Giorgio e inaugurado em l95l, pelos escritores Gilberto Freyre, Rachel de Queiroz e Apolônio Sales de Miranda, então prefeito de João Pessoa e, pelo próprio José Lins do Rego, que em seu breve discurso disse apenas que se o Papa Rabo fosse vivo diria: "taí mais uma besteira do moleque do Corredor".
A Casa de Câmara e Cadeia (Fundação Menino de Engenho) foi Construída durante o Brasil Império, a antiga Casa de Câmara e Cadeia, é um dos trinta e oito monumentos únicos desse gênero no Brasil e o único da Paraíba. Este prédio recebeu a visita do Imperador D. Pedro II em l859, dando o beija-mão à sociedade paraibana.
A velha Casa de Câmara e Cadeia , como era típico da organização portuguesa de vilas e cidades, exercia jurisdição sobre caminhos, chafarizes, pontes, taxava mercadorias, policiava, punia e legislava. Sua edificação, por mestres em fortalezas, limita uma extremidade da rua principal, ficando a outra extremidade limitada pela igreja, equilibrando-se pesos de ordem plástica e psicológica, segundo características de argumento ainda do sistema colonial. Atualmente, pertence à Fundação Menino de Engenho; funciona neste monumento histórico, a Biblioteca 03 de junho, em homenagem ao nascimento do Escritor José Lins do Rego, e uma sala de reunião no primeiro andar.
A Casa da Tia Naninha hospedou o Imperador D. Pedro II, durante a visita que ele fez a esta cidade em 1859; naquela época fora o solar do Barão de Maraú. A Casa da Tia Naninha ficou conhecida por Zé Lins ter vivido ali parte de sua infância com sua segunda tia-mãe Naninha, quando veio do Engenho Corredor para aprender as primeiras letras com os professores Dona Dondinha e João Cabral.
Esta casa é bastante lembrada no livro "Meus Verdes Anos", quando José Lins do Rego narra a sua infância e suas visitas aos presos na cadeia, situada ao lado desta casa. Um dos episódios mais marcantes desta época é o presente do estribeiro José Joaquim ofereceu ao pequeno Lins, o canário "Marechal".
Carlinhos via os presos da cadeia, da calçada da casa da Tia Naninha, bem como observava a casa de Zefinha Liberato, em frente.
Leva a mal não parceiro, mas, não tem muito o que ver não. Aliás por que Pilar sendo tão antiga e histórica não teve desenvolvimento. Por exemplo, soube que campina Grande ja foi comarca de Pilar e agora Campina é grande e Pilar é o que? uma cidade parada na história e no tempo.
betoseminarista 1 month ago
Nasci nesta Cidade no dia 27/11... como sinto saudades deste lugar e ainda continua a mesma...
Estudei no Colégio José Lins do Rego, em frente a Igreja Matriz.... ainda ouço as badaladas dos sinos.... um grande abraço ao povo pilarense.
jussienogueira 1 year ago
meu avô nasceu nesta cidade...ela fala muito bem dela....ele perdeu o contato com a família, faz muitos anos...
matheuskurosaki 2 years ago
Legal,
Sempre tive vontade de visitar Pilar, principalmente, depois que li a obra de José Lins do Rêgo, Menino de Engenho.
finhonunes 3 years ago