Com uma câmera e uma cabaça fizemos a câmera que gravaria os planos subjetivos do berimbau. Fixamos a cabaça na lente da câmera. O resultado foi muito expressivo. A subjetiva pode funcionar como um fio narrativo e condutor: o olho de um berimbau que visita lugares, pessoas, gera encontros. O berimbau abre seu olho e vai em busca de sua história.
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