A vara da mulher disciplinadora é uma metáfora poderosa. A mulher de antigamente, viúva ou mãe solteira, pegava a vara, prerrogativa paterna, para ser "pai", superego.
Não é a toa que "vara" é um dos epítetos populares do membro masculino.
Numa destas varadas, aos 8 anos, ouvindo os gritos de "arteiro", "pára de fazer arte", descobri que era artista.
O meu "Canto Índio" cái bem na montagem, mesmo porque, a "Mulher da Vara" de Friburgo, era cabocla.
Muito obrigado, Mallon.Seu comentário, sempre esclarecedor.Essa escultura é baseada em foto minha (agora está em Paris).Eu pensei na cabocla qdo escolhi sua música, acho que bateu bem.
A vara da mulher disciplinadora é uma metáfora poderosa. A mulher de antigamente, viúva ou mãe solteira, pegava a vara, prerrogativa paterna, para ser "pai", superego.
Não é a toa que "vara" é um dos epítetos populares do membro masculino.
Numa destas varadas, aos 8 anos, ouvindo os gritos de "arteiro", "pára de fazer arte", descobri que era artista.
O meu "Canto Índio" cái bem na montagem, mesmo porque, a "Mulher da Vara" de Friburgo, era cabocla.
GuiMallon01 2 years ago
Muito obrigado, Mallon.Seu comentário, sempre esclarecedor.Essa escultura é baseada em foto minha (agora está em Paris).Eu pensei na cabocla qdo escolhi sua música, acho que bateu bem.
amigojoka 2 years ago