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O Clone - Abertura - Outubro de 2001

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Uploaded on Nov 6, 2008

Exibida entre 1º de outubro de 2001 e 15 de junho de 2002 em 221 capítulos.
Clonagem, islamismo e drogas foram os pilares da novela, muito bem sucedidos no prosseguimento da narrativa. Com isso, Glória Perez construiu um dos maiores sucessos televisivos do horário das 20h00 de todos os tempos. Um grande sucesso de público e crítica, O Clone, registrou média geral de 48 pontos no Ibope, um sucesso espetacular.
O Clone bateu o recorde de ibope de até então, antes de A Indomada, e passou o recorde para Senhora do Destino. A novela popularizou a música e a dança árabe, bem como bordões, roupas etc.
A primeira fase da trama começa em 1983 e vai do capítulo 1 ao capítulo 55. A segunda fase da trama começa a partir do capítulo 56, no ar em 4 de dezembro de 2001, uma terça-feira. Foi o capítulo mais longo da história, com quase duas horas de duração, em que foram apresentados todos os novos núcleos e personagens.
Giovanna Antonelli deu um show de interpretação como a protagonista Jade, muçulmana que desafiava as tradições de seu povo para lutar por um amor proibido, papel que a consagrou como uma das melhores atrizes de sua geração. Grande parte do sucesso da novela deveu-se a sua atuação. Jade ditou moda não só no Brasil, como também no exterior. A audiência gigantesca da novela fez com que uma legião de mulheres copiassem o visual da personagem. Até hoje, em Portugal, há cursos para ensinar como fazer a maquiagem da heroína.
Os personagens secundários dos núcleos árabe e de São Cristóvão superaram todas as expectativas. Destaque para Eliane Giardini como a irreverente e assanhada Nazira, uma personagem que foi considerada na época como uma das personagens preferidas do público. E também destaque à Solange Couto, que brilhou no papel da despachada dona Jura. Seu bar virou ponto de atração à parte com convidados especiais, que iam de Pelé a Martinho da Vila, passando por outros grandes nomes do samba. Os bordões de dona Jura, Né brinquedo não!, Ligeirinho (Eri Johnson), "Bom te ver!", Odete (Mara Manzan), "Cada mergulho é um flash!", entre outros bordões e expressões do núcleo árabe como Maktub, InschAllah, Mulher espetaculosa e Arder no mármore do inferno, se popularizaram bastante. Na época, foi lançada uma trilha sonora complementar, O Melhor do Bar da Dona Jura, com as músicas que tocavam por lá.
Fábio Assunção e Letícia Spiller foram cogitados para viver os protagonistas Lucas e Jade. Como recusaram, Giovanna Antonelli e Murilo Benício eram alçados a protagonistas deste folhetim, o que, definitivamente, foi um divisor de águas em suas carreiras. Giovanna Antonelli fez de sua personagem Jade um grande sucesso. A dança do ventre, bem como os figurinos de sua personagem se tornaram moda no país. Enquanto que Murilo Benício recebeu muitos elogios por conta de sua atuação.
A partir do capítulo 91, no ar em 14 de janeiro de 2002, uma segunda-feira, fomos apresentados ao clone de Lucas, Léo. Suas primeiras cenas foram filmadas nos Lençóis Maranhenses, quando ele fazia uma viagem em busca de suas origens. É durante essa passagem que, após se casarem, o cientista Albieri (Juca de Oliveira) e a esposa, Edna (Nívea Maria), vão para os Lençóis Maranhenses. Detalhe importante: na época, Roseana Sarney, então governadora do Maranhão, era pré-candidata do PFL (atual DEM) à Presidência da República.
Adriana Lessa, intérprete de Deusa, mãe de Léo, clone de Lucas, possuía a mesma idade de Murilo Benício, na época do folhetim: 30 anos! O trabalho de caracterização deu o aspecto de envelhecimento a sua personagem.
Dalton Vigh fez sua estréia na emissora global em grande estilo. Seu personagem, Said, fez um grande sucesso entre as mulheres.
Cristiana Oliveira defendeu muito bem sua personagem, a grande vilã Alicinha. Ela chegava do interior, como a moça ingênua, na casa dos tios, Albieri (Juca de Oliveira) e Edna (Nívea Maria), e logo foi capaz das maiores pervesidades no decorrer da trama.
Débora Falabella fez de sua personagem, a dependente química Mel, um grande sucesso. Glória Perez abordou o mundo das drogas de uma maneira brilhante, o que fez com que Débora consolidasse seu nome como uma das melhores atrizes de sua geração.

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