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Adolescente é suspeito de matar a família em São Paulo

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Published on Aug 7, 2013

Adolescente de 13 anos é suspeito de ter matado a família em São Paulo
Segundo as investigações, depois de matar os pais, a avó e a tia-avó, o menino ainda teria ido à escola, antes de voltar pra casa e se matar.

São Paulo acordou sob o impacto de uma chacina que deixou os brasileiros perplexos: um adolescente de13 anos é o principal suspeito de ter assassinado os pais, a avó materna e a tia- avó. Segundo as investigações, o menino ainda teria ido à escola antes de voltar pra casa e se matar.
Ninguém entra nas duas casas lacradas, até que a polícia tenha certeza do que aconteceu dentro. Na casa dos fundos foram encontrados os corpos de Luis Marcelo Pesseguini, sargento da Rota, o batalhão de elite da PM paulista, da mulher dele, a cabo da PM Andreia Pesseguini e do filho deles, Marcelo, de 13 anos.
Na casa da frente estavam os corpos da mãe e da tia da policial. Cada um com um tiro na cabeça, disparados de uma arma, uma pistola da PM, sob responsabilidade de Andreia.
Segundo a perícia, todos os adultos foram mortos entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira. Mas o menino não morreu junto com os pais. Para a investigação, ele saiu de casa dirigindo o carro da mãe.
A câmera de um prédio gravou quando o carro da cabo Andréia parou na rua, à 1h15 da madrugada de segunda. Para a polícia, naquele momento o casal de policiais, a avó e a tia do menino já estavam mortos.
Às 6h30, a mesma câmera gravou a porta do carro abrindo. Uma pessoa desceu, colocou a mochila nas costas e saiu caminhando pela rua. Mais tarde, a polícia encontrou a chave do carro da cabo Andréia no bolso da jaqueta do filho.
Para a polícia, o menino se matou ao voltar para casa, na segunda, depois da aula. "Quando levantamos o garoto, a arma estava em sua mão esquerda, sob o seu corpo. Já procuramos saber junto a família e foi constatado que realmente ele era canhoto", disse o delegado Itagiba Franco.
A polícia sabe que, no dia do crime, ele foi embora de carona, com o pai de um colega de aula. Ao chegar em casa, o menino disse que ele não precisava buzinar porque o pai estava dormindo.
Uma das professoras de Marcelo contou à polícia uma conversa que teve com ele na manhã do crime.
"Ele indagou se alguma vez ela havia dirigido carro quando menor e se havia atingido de alguma forma os pais. Ela achou estranho, mas respondeu de alguma forma assim, profissional", conta o delegado.
Entre os dedos da mão direita de Marcelo tinha fios de cabelo. Um exame vai indicar se eles são da mãe do garoto.
O último indício de que o menino matou os parentes e depois cometeu suicídio é o depoimento do melhor amigo de Marcelo. O delegado leu um trecho: "Sempre me chamou pra fugir de casa alegando que tinha o sonho de ser matador de aluguel. Tinha um plano: matar os pais durante a noite quando ninguém soubesse. E fugir com o carro dos pais e morar em um local abandonado".
"Tudo leva a crer que o filho Marcelo foi o autor da morte dos pais e dos parentes", afirmou o delegado.
Rose Teixeira era amiga da família. Conhecia Marcelo desde que o menino nasceu. Ela conta que ele tinha hábitos comuns a um garoto de 13 anos: adorava videogame e empinar pipa.
"Marcelinho não era capaz de fazer isso. Ele era muito amado. Ele tinha um amor muito grande pela avó. Jamais ele faria isso", afirma.

Um tio de Marcelo também não acredita que ele tenha cometido um crime tão bárbaro. E exames preliminares não indicaram a presença de pólvora nas mãos do menino.

g1, vídeo

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