No trabalho que apresentamos, procuramos uma analogia dicotómica entre a periferia e o centro de Guimarães.
Para tal, representamos imagens do centro, pedimos aos habitantes para segurarem o suporte desenhado, tentando personificar o habitante como o criador. De seguida, agarramos nessa imagem do habitante que mostra o que para si é o centro e procuramos o mesmo centro com o mesmo registo de um habitante com as mesmas características mas no espaço real que até então era somente representado em papel.
Após esta análise, concluímos que a periferia de Guimarães é vivida pelos habitantes com base na mesma memória que é o registo mental do centro histórico que os habitantes caracterizam como sendo para si o centro e a periferia de Guimarães.
Esta análise veio no fundo, anular a ideia de distinção entre o que é o centro e o que é a periferia e as vivências entre eles.
Nos registos que obtivemos, comprovamos que quer no centro, quer na periferia, a memória dos habitantes acerca de Guimarães é universal e baseada no centro Histórico da cidade.
A mão que representamos como fundo ou suporte das imagens, são a caracterização da memória, que são as impressões dos habitantes nos diferentes espaços.
Ana Rita Oliveira, Bruno Lobo, Diana Machado, Mélanie Ferreira, Sérgio Coelho, Tânia Castro
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