Em Pixel encontramos um objecto de geometria variável, um universo próprio, um infindável jogo para os sentidos. Um ecrã de 4 por 3 metros move-se ao longo de um túnel de 17 metros, fechando completamente o horizonte do público, que estará inserido nesse espaço. Cria-se assim uma relação íntima do espectador com os intérpretes, intimidade essa intensificada pelo número reduzido de pessoas que poderão participar em cada espectáculo.
coreografia, cenário, desenho de luz Rui Horta
interpretação Volker Michl, Patrick Hurde
música Vítor Joaquim
multimédia Hélder Luís
operação multimédia Bruno Hynderickx
direcção técnica Nuno Borda de Água
técnico de som Pedro Costa
produção, tour manager nacional Rui Horta.stage works Filipa Hora
co-produção O Espaço do Tempo, Ministério da Cultura/Instituto das Artes, Experimenta Design 2001
apoios Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Maison de la Culture de Bourges
estreia [18SET01] ACARTE -- Centro de Arte Moderna (Lisboa)
duração aproximada [0:45]
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