Na actualidade a Junta da Galiza está a impulsionar leis para tratar de frenar a violência sexista, enquanto surgem leis que pretendem impor a paridade de sexos em determinados postos de repressentaçom pública... Mas historicamente a discriminaçom da mulher foi umha constante que estivo na base do direito e das crenças cristãs; de facto foi umha discriminaçom de mitos e forças, a força física, a força da lei e a força do costume.
Assim, Maria Pita ou Isabel Barreto passarom à história da Galiza porque em determinadas circunstâncias assumiram roles próprios do varom. Por ignorância, por medo e por pressom dos dogmatismos, a mulher galega aturou secularmente esta discriminaçom, até que no século XIX Rosalia de Castro, Concepción Arenal e Emilia Pardo Bazán começaram a denominar essa indignidade polo seu nome...
A Constituiçom republicana de 1931 reconheceu a igualdade de sexos no trabalho, na política e ante a lei, mas o franquismo devolveu-na à condiçom de tutelada polo homem no "sacrossanto labor do cuidado do fogar". Até 1975 a mulher nom tivo a pátria potestade sobre os filhos no Estado espanhol.
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