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José Eduardo Cardozo explica a diferença entre modelo liberal e social

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  • Agora explica aí a diferença entre a democracia e clePTocracia.

  • A discussão de como lidar com elas não passa pelo controle do estado ou não (este seria, apenas, um mero utilitário) pois passa mesmo pela democratização do uso do território para as comunidades da cidade e do campo, COISA QUE O PT, QUE ENVERGONHOU O BRASIL, MENTE ODIOSAMENTE AO POVO TENTANDO-O CONFUNDIR - SUBEMPREGO (regimes de trabalho sob contratos ou submissão ao agronegócio) COM REFORMA AGRÁRIA. Tenho vergonha deste partido e destes canastrões (como este acima) que o conduzem

  • ao contrário do que dizem - lutar por uma tal 'sociedade justa'- tem alienado os que ainda acordaram para os colapsos do modelo social vigente.

    Por fim, também acho idiota a parte final, "...a crise atual mostra que o estado tem de intervir...". A crise atual mostra apenas que o modelo de sociedade atual cria e recria crises por seu próprio funcionamento. As crises são naturais do Capitalismo. Sempre haverá crises neste regime social.

  • Presume uma função bastante restrita a este mas não a ausência daquele que é o fiador das grandes dívidas, quebras de contratos, o recrutador de mão-de-obra e o policial que combate aqueles que estão cansados das regras deste jogo cantado - do mercado capitalista. Nenhum burguês minimamente esperto diria uma asneira dessas, o que mais uma vez me propõe concluir que trata-se de mais uma distorção idiota e idiotizante promovida por este partido desta casta de sindicalistas que

  • E estes advogados e sindicalistas boçais bebem desta fonte sem perceberem os problemas que resultam. Mas quem disse que eles querem transformar alguma coisa?

    Um estado liberal, no sentido de não haver controle, NUNCA existiu e nem poderia existir. A repressão aos trabalhadores na Inglaterra "liberal" era ferrenha tanto quanto no Brasil varguista. Ou seja, o liberalismo econômico não presume a ausência do Estado.

  • Em locais onde o mesmo não acontece, esta divisão é burra e insuficiente, fraca para conceber porquê se instrumentalizam aparelhos demasiadamente repressivos, que combinam controle de atividades econômicas e de setores, ou as delegam a empresários combinando com repressão policial.

    Boa parte dos teóricos clássicos ignoram essa dimensão social que molda a personalidade dos Estados e de forma positivista apenas debatem economia por economia.

  • uma sociedade democrática deve delegar o controle dos recursos às comunidades e não manter um estado (sempre) fantoche controlando recursos (e indivíduos).

    A separação de poderes tão somente não é o que caracteriza o estado democrático-burguês. Mais que isso, aquela forma de estado só foi possível e é possível diante de dadas condições de interação das forças sociais internas ao país e externas a ele.

  • Igualar Estado e doutrinas econômicas (como na fala e no título) é ridículo. Qualquer estudante medianamente esperto (economia, ciências sociais, história, geografia, outros...) sabe que o Estado pode assumir inúmeras feições de acordo com o arranjo das forças políticas internas (movimentos sociais) e que a discussão sobre a intervenção do Estado em certos setores da economia não serve para debater uma sociedade democrática, ao que

  • Estados que eles mesmos chamavam de comunistas, ao que não passavam de estados capitalistas, onde o patrão era o próprio estado, dono dos bens de produção, com uma elite (como qualquer elite empresarial ou aristocrática ou sindical) que determinava o uso do território para a organização das comunidades mais diversas possíveis. também controlava o uso de tal maneira - que pensar o solo também era policiado, dos aspectos aos mais banais aos mais fundamentais daquelas sociedades.

  • É claro que o figura que profere isso de forma panfletária, não deve ter a noção da complexidade desse tipo de discussão. Se o tivesse, certamente concluiria, também, - que o estado keynesiano tem outra forma de promover a destruição da sociedade, como fizera alguns estados dos quais certamente me lembro de ver este indivíduo falando com certa... digamos... nostalgia!

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