Em conversa despretensiosa com Guilem Rodrigues da Silva, ele nos conta sobre a orientação e garantia do Banco Sueco aos investimentos dos cidadãos, sobre as cotas para negros nas universidades suecas(!) agora extintas pela frente dos "partidos burgueses", sobre os impostos, que podem chegar a mais de 70% e até sobre algumas preferências sexuais das suecas.
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