O Silêncio das Mariposas, escrito por Juliano Schiavo, resgata a história de alguém sem face, que se esconde nas sombras e no silêncio de seus relatos. É a história de uma vida sem grandes feitos, sem grandes conquistas, sem ser grande. Apenas uma vida. Uma vida vampira.
Uma mescla de drama, terror, aventura e conflitos psicológicos. Um teatro de máscaras e sangue, envolto por mariposas cinzentas, que bailam em busca de luz. É a ansiedade traduzida em palavras. É a dor sintetizada em frases. É o delírio sufocado num livro. É a busca incessante pelo silêncio, pelo apagar eterno, pelo fim irremediável um suspiro da personagem que, num soluço, expõe seu sangue vampiro e sua única certeza: não há certezas que não caiam por terra. Apenas o silêncio das mariposas pode ser alcançado mesmo que cause dor e desconforto. E tudo por causa de um beijo, um beijo vampiro, num baile de máscaras, numa noite em que a lua cheia banhava o céu com uma cor prateada. E, neste turbilhão de sensações e metáforas, eis que o drama se inicia e se desenrola numa teia tecida por relatos de uma face sem sexo e sem nome, apenas com uma cicatriz.
Lançamento, se tudo der certo, ainda neste ano.
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