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Música Nova - Blur - De: Robson Felix

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Uploaded by on Dec 14, 2010

BLUR -- Por: Robson Felix
Amor, não precisa ficar se não quiser
Daqui a pouco eu também já vou me deitar
Mas, antes quero conversar com o violão
Então, tudo bem se eu ficar um pouco mais aqui na sala?
Então, tudo bem se eu ficar sozinho
Não faz mal não
A vida é solidão, não faz mal não...
A vida é encontrar razão para continuar
Para não desistir
Para acordar
Para não sucumbir
Então meu amor, por favor, me deixa só
Quero pensar um pouco
Depois de passada a tempestade da juventude
O que eu vou fazer de mim?
Então me deixa assim, um pouco triste é verdade
Mas, hoje não dá para ficar tão triste
Afinal, é só um novo recomeçar
E a vida é assim, um eterno lutar
Você tem que se concentrar para não rodar
Por favor, eu agora estou cansado de falar
Eu estou cansado de me questionar
O que é o amor?
Por que você?
Por que sofrer?
Acho que eu vou relaxar e apenas viver, deixar pra lá...
Esta história de que todos morremos um pouco todo dia
Quando perdemos alguém que gostávamos muito
Mas, a vida é pra frente
Não dá pra voltar
Não dá pra consertar
Ou melhor, dá sim
Agora, meta a mão na massa
Pelo menos deixe de errar para poder crescer
Para conseguir ver através do blur
Que existe em seus olhos e existe nos meus
Aquele blur...

Incidental
LEITURA - Adélia Prado
Era um quintal ensombrado, murado alto de pedras.
As macieiras tinham maçãs temporãs, a casca vermelha
de escuríssimo vinho, o gosto caprichado das coisas
fora do seu tempo desejadas.
Ao longo do muro eram talhas de barro.
Eu comia maçãs, bebia a melhor água, sabendo
que lá fora o mundo havia parado de calor.
Depois encontrei meu pai, que me fez festa
e não estava doente e nem tinha morrido, por isso ria,
os lábios de novo e a cara circulados de sangue,
caçava o que fazer pra gastar sua alegria:
onde está meu formão, minha vara de pescar,
cadê minha binga, meu vidro de café?
Eu sempre sonho que uma coisa gera,
nunca nada está morto.
O que não parece vivo, aduba.
O que parece estático, espera.

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