Francisco Louçã deu os parabéns a José Sócrates pela forma como domesticou a bancada socialista, dando o exemplo dos aplausos do PS à notícia de que o crescimento da economia será afinal menor do que o que Sócrates anunciara. Injustiça, abuso, desemprego, precariedade. "Até o primeiro-ministro sabe que há razões para censurar o governo", disse Louçã citando o próprio Sócrates neste debate. O favorecimento dos privados na saúde, o despedimento dos precários das Novas Oportunidades, o lucro dos bancos com a dívida nacional e o aumento dos preços dos bens alimentares foram os exemplos trazidos por Louçã para ilustrar uma política "lamentável"
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