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O abandono à vontade de Jesus não é quietismo nem fatalismo

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Uploaded on Oct 26, 2011

Momento de Reflexão
O ABANDONO À VONTADE DE JESUS, NÃO É QUIETISMO NEM FATALISMO
(De "Confiar no Amor" do Padre Jean d'Elbée)
É, no abandono, que os nossos grandes desejos encontram a sua perfeita realização.
Santa Teresinha, escrevia que teria querido «esclarecer as almas, como os profetas e os Doutores,
percorrer a terra a anunciar o Evangelho até às ilhas mais remotas,
ter sido missionária desde a criação do mundo e sê-lo até à consumação dos séculos,
ter sofrido todos os martírios».
Encontrou maneira de realizar tudo isso, sendo o Amor, no coração da sua Mãe, a Igreja.
E como é que ela foi o Amor, no coração da Santa Igreja?
Vivendo em inteira conformidade com a vontade de Deus, que é só Amor.
Viver de abandono é encontrar uma perfeita harmonia em Deus,
porque então é Deus, é Jesus, que escreve todas as linhas, todas as palavras e todas as letras da nossa vida.
E impressionante ver como a santidade de todos os santos se consumou no abandono total.
Todos os seus esforços, todas as suas orações,
todas as luzes que eles receberam do Céu os conduziram até ao abandono.
Quando Nosso Senhor faz qualquer censura a santos, a uma Santa Gertrudes,
a uma Santa Margarida Maria, por exemplo,
é da falta de abandono que Ele se queixa as mais das vezes. Pouco tempo antes da sua morte,
exclamava Santa Margarida Maria haver finalmente compreendido o que Ele esperava dela quando lhe dizia:
«Deixa-Me proceder».
«O Seu Sagrado Coração, escrevia ela, fará tudo por mim, se O deixar agir.
Quererá, amar e desejará por mim, e suprirá por todos os meus defeitos».
Como Santa Margarida Maria, escutai cem vezes por dia Jesus que vos diz:
— «Deixa-Me proceder».
Nas vossas dificuldades, nos vossos problemas, em tudo o que, na vossa vida quotidiana
é, por vezes, tão difícil, tão angustiante; quando perguntais a vós mesmos:
«Que fazer? Como?» ... escutai-O a dizer-vos: — «Deixa-Me proceder.»
E vós respondereis: «Obrigada por tudo, Jesus.»
E será esse o mais belo diálogo de amor duma alma com o seu Deus todo-poderoso e amantíssimo.
Santa Teresinha tinha chegado a não ter outro desejo que não fosse amar Jesus até à loucura.
Escrevia ela:
«Também não desejo o sofrimento nem a morte, e contudo amo-os a ambos;
mas só o Amor é que me atrai. Agora é unicamente o abandono que me guia, não tenho outra bússola».
«O seu coração está cheio da vontade de Jesus.
Ah! se a minha alma não estivesse já cheia,
se fosse necessário enchê-la com sentimentos de alegria e de tristeza, que se sucedem tão depressa,
seria uma torrente de dor bem amarga! Mas estas alternativas só muito ao de leve afloram à minha alma.
Por isso me conservo numa paz profunda, que nada pode perturbar.
Se o Senhor me oferecesse escolher, não escolheria nada. Só quero o que Ele quer. É o que me faz amá-Lo.
Confesso que levei muito tempo a alcançar este grau de abandono.
Agora encontro-me nele. O Senhor pegou em mim e colocou-me lá».
Como eu peço ao Senhor que pegue também em vós e que vos coloque lá, bem no fundo do Seu Coração!
Este abandono tão simples é o cume da santidade, é o cume do Amor.
Quando Santa Teresa de Ávila, no «Castelo Interior», fala do matrimónio espiritual,
ponto culminante da vida mística, descreve-o como uma união de conformidade na caridade.
«É tal o inefável ardor com que as almas desejam que a vontade de Deus se cumpra nelas,
que se sentem igualmente satisfeitas com tudo o que o Divino Esposo aprouver ordenar».
Em que consiste, praticamente, o abandono?
Segundo S. Francisco de Sales é estar na disposição de nada pedir e nada recusar,
vendo a vontade de Deus em tudo o que as criaturas e os acontecimentos nos apresentam.
Evidentemente que:
- Temos de raciocinar e de julgar.
- Temos de formar os nossos planos e de agir como se tudo dependesse de nós.
Insisto neste ponto, porque o abandono não é quietismo nem o fatalismo.
- Se tendes um problema a resolver, deveis informar-vos, apreender bem os dados desse problema,
estudá-los, procurar a melhor solução e segui-la.
- Se adoeceis, é preciso chamar o médico, seguir as suas prescrições. Que nada haja a censurar-vos.
Pelo menos, que seja absoluta a vossa boa vontade.
É preciso esforçarmo-nos por fazer tudo o que devemos fazer, com a maior fidelidade,
a maior generosidade, contando, no entanto, com toda a nossa fraqueza, pelo que nunca se pode dizer:
«Fiz tudo o que podia!» A não ser Maria, quem pode dizer isto? Poderíamos sempre ter feito mais.

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