Como se eu fosse um Cristo a absolvê-lo dos pecados da maledicência com uma única moedinha de duzentos pesos, o Chaplin de Bogotá estendeu-me a mão todo agradecido, rodopiou-me pra lá e pra cá, colou um adesivinho pink na minha mochila e ainda sorriu pra câmera. Paz na terra (e muitas moedas) às estátuas vivas de boa vontade.
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