A TT Filmes produziu este curta impactante, piloto de um projeto maior, onde evoca o forte retrato da verdade que o aborto sempre foi e será: um atentado contra a vida humana.
Num futuro pouco remoto, mulheres que iriam cometer aborto são presas por um novo órgão da lei, que protege o feto até o seu nascimento.
Logo após, este órgão mantém a criança distante de sua mãe até completar 21 anos. Quando completam vinte e um anos, os "sobreviventes" - como são chamados -, são colocados no "Tribunal de Juízo e Sentença", frente às "abortivas", como são chamadas as mães.
Depois de pronunciadas a lei, que havia considerado inválido o argumento da "abortiva" para assassinar o feto na época, o sobrevivente também tem o direito de assassiná-la, e vice-e-versa.
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