Um eléctrico chamado Lisboa...
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All Comments (5)
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O prazer é meu!
Obrigado!
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Em sonhos, é sabido, não se morre Aliás essa é a Única vantagem De após o vão trabalho O povo ir de viagem ao sono fundo Fecundo Em glórias e terrores e aventuras E ai de quem acorda estremunhado Espreitando pela fresta a ver se é dia E as simples ansiedades Ditam sentenças friamente ao ouvido Ruído Que a noite se acostuma e transfigura REFRÃO
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O Tejo que reflecte o dia à solta æ noite é prisioneiro dos olhares Ao Cais dos Miradoiros Vão chegando dos bares os navegantes Amantes Das teias que o amor e o fumo tecem E o Necas que julgou que era cantora Que as dádivas da noite são eternas Mal chega a madrugada Tem que rapar as pernas para que o dia Não traia Dietriches que não foram nem Marlénes REFRÃO...
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REFRÃO:
Não sei se dura sempre esse teu beijo
Ou apenas o que resta desta noite
O vento, enfim, parou
Já mal o vejo
Por sobre o Tejo
E já tudo pode ser
Tudo aquilo que parece
Na Lisboa que amanhece
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nikolaymarinchev 2 years ago 2
Obrigado pelo trabalho que deu...
Assim ficou muito melhor.
Bem haja!
revistacritica 2 years ago