Na sua Mensagem de Pentecostes, D.António defende que a presença do Espírito Santo torna possível a comum linguagem do amor.
Considerando o grande número de emigrantes açorianos espalhados pelo mundo fora, D.António apela ao acolhimento e integração destes, tanto dos que chagam a Portugal, como os que daqui partem para outras partes.
A importância que tem de se fazer sentir num diálogo sádio e fraterno, quer com os países de origem, quer com os de destino, são ponto de agenda na Pastoral das Migrações que a Igreja desempenha.
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