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Comentário Bob Fernandes

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Published on Apr 4, 2012

Esse caso, Cachoeira e Demóstenes Torres, vai arrastar muita gente. E vai longe. O governador de Goiás, Marcone Perillo, do PSDB, já está na dança. E, até agora, pelo menos outros cinco deputados. Outros nomes e outros tentáculos certamente surgirão.




O bicheiro Cachoeira e seu colega de conversas telefônicas, o senador Demóstenes , carregam outras suspeitas. Por exemplo, em relação às denúncias contra adversários políticos. Denúncias que nos últimos anos chegaram às manchetes e se tornaram escândalos.




Os fatos eram todos verdadeiros e no seu todo?Não houve manipulação? Ao menos um desses fatos desmorona de vez ao surgir a outra face de Demóstenes. A tal denúncia, feita pelo senador, de que ele e o ministro do Supremo Tribunal, Gilmar Mendes, teriam sido grampeados. Isso durante a operação Satiagraha, aquela que em 2008 prendeu o banqueiro Daniel Dantas.




Hoje se sabe: nem mesmo Demóstenes e Gilmar ouviram o suposto grampo: leram o que seria uma transcrição. Mas bastou a denúncia de Demóstenes para derrubar o então diretor da ABIN, Paulo Lacerda, e começar o enterro da operação Satiagraha. Mas há mais. E certamente mais vai surgir num ano eleitoral.




Enquanto isso, Demóstenes Torres e sua outra face, seu alter ego, seguem em frente, como se nada estivesse acontecendo. Há pouco, no Blog do jornalista Ricardo Noblat, Demóstenes publicou um artigo. Sobre o seu caso? Não. É um artigo de ataque ao governo Dilma. De críticas ao pacote de ontem, aquele que tenta ajudar setores da indústria. Demóstenes e uma de suas outra faces, seu alter ego, seguem flutuando num planeta bem particular.




Ontem Demóstenes deixou o DEM. Na verdade, o senador foi enxotado. O fragilizado DEM tem eleições pela frente. E tem, também, algo muito valioso em disputa no Tribunal Superior Eleitoral. Nessa hora seria ainda pior um escândalo duradouro.




O TSE tem que decidir, até 5 de julho, se o DEM mantém seu tempo no horário eleitoral gratuito. E se mantém seu Fundo partidário. Como o PSD de Kassab nasceu levando algumas costelas do partido, o DEM tem 4 senadores e 29 deputados. Tinha 55 deputados e 6 senadores. O que se discute no Tribunal é se a perda de parlamentares implica em perda do tempo na TV e de grana. E os tribunais, como sabemos, são sensíveis à política e ao escândalo.

Tudo indica que o TSE não irá decidir e, não decidindo, o DEM seguirá dono.

Dono do que o ex-deputado José Carlos Aleluia definiu assim: "Levaram a Fazenda, mas ficaram as benfeitorias". Ficaram quase dois preciosos minutos no horário eleitoral. E o Fundo Partidário. Esse Fundo do DEM é 21 milhões por ano. Se mantido pelo TSE, até 2014 o DEM terá direito a algo como 63 milhões. Demóstenes e suas Cachoeiras ou 63 milhões?

Tema: Política

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