A deputada bloquista criticou a retórica que tem marcado a política de educação sexual nas escolas nos últimos 30 anos, sem responsabilização das entidades públicas nem dos professores e sem o necessário apoio dos gabinetes de apoio aos estudantes, que nem sequer disponibilizam métodos contraceptivos como os preservativos. Ana Drago defendeu a criação de uma área curricular não disciplinar de 12 horas para a educação sexual, de uma bolsa de profissionais que assegurem os gabinetes de apoio que a proposta de lei do PS agora em debate propõe, bem como a disponibilização de preservativos aos estudantes nesses gabinetes.
All Comments