Nada causa mais prejuízo a Igreja Católica que seus próprios intelectuais, que negam o "transcendente" em nome do "imanente". Utilizando um instrumental "dialético", em que a história é ditada pela luta de idéias e de classe (marxismo), nega a existência de "um princípio sobrenatural-Deus" que conduz a história do homem, negando assim todo o mistério da religião, abarcado pela fé nas Sagradas Escrituras e esvaziando o sobrenatural em função do natural.
Dentro do contexto "natural"-"sobrenatural" (que a Teologia da Libertação não aceita, pois não acredita no "sobrenatural") pode existir um dom, sim senhor, facultado por Deus e que não seja "imanente" ao homem. Foi o que aconteceu por exemplo com Maria, que "deveria" ter nascido com o "pecado original" mas foi poupada dele por uma ação "sobrenatural" de Deus, no útero de sua mãe, para que Jesus não nascesse com esse pecado, do contrário não poderia nos redimir pela paixão e ressurreição.
Acontece que a "Teologia da Libertação" é uma "Teologia Política" e não "religiosa". O "transcendente" só existe, para ela, em função do "imanente" e não independente dele. Ora, Deus, para continuar existindo, prescinde do homem. Se não o "descarta" é simplesmente porque não O quer. Logo existe um transcendente totalmente independente de nós, não sendo tudo derivado do "imanente", como prega a Teologia da Libertação. Nesse contexto deve ser separado o "natural" do "sobrenatural".
Se para os teólogos da libertação não existe o "dom da castidade" então o "celibato obrigatório" é um "objeto estranho" dentro da igreja. Só que não é dogma e pode ser abolido o celibato obrigatório. Depende do Papa e dos cardeais dos diversos consistórios serem convencidos disto.
Segundo a Teologia da Libertação, que é a Teologia que mais fragiliza a Igreja como tal (e não as seitas ou o protestantismo), e que surge de uma interpretação propositalmente distorcida da "opção preferencial pelos pobres e jovens" que está no Vaticano II, o "Dom da Castidade" não existe, pois Deus não viria com um dom "na contramão da natureza humana", negando então a perfeição do universo por Ele mesmo criado. Para os teólogos da libertação o "Dom da Castidade" não existe.
Evidentemente que o padres homossexuais já entram homossexuais na Igreja e transformam outros, ainda crianças, em homossexuais, daí o fim do "seminário menor". O "seminário menor" representava um perigo justamente pelos que fazem da Igreja um "armário", que são os homossexuais mal resolvidos aqui de fora.
Um exemplo disto é o pseudo argumento bíblico de que a igreja romana seria a "besta do apocalipse" que se assenta sobre as "sete colinas". Acontece que as colinas são: Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, Celio, Aventino e Palatino. Roma não foi fundada sobre o monte do Vaticano, que está a oeste e não a leste, logo essa "profecia" é uma "ilusão pseudo-bíblica" própria das seitas. Há um ditado que diz: "católico ignorante, futuro protestante", referindo-se às seitas, evidentemente.
Realmente não há Igreja mais atacada que a romana. Muitos argumentos contra ela são totalmente inválidos e patrocinados por pseudo estudiosos. Na realidade, pensa-se que se consegue denegrir a Igreja denegrindo seus padres e colocando-os todos na mesma panela. Isto é infantil porque não convence aos estudiosos, sejam católicos ou protestantes. O debate acontece em nível muito mais alto e respeitoso através dos teólogos das igrejas protestantes tradicionais.
O grande problema é que se confunde a opinião pessoal de padres com o que é oficialmente recomendado pela Igreja. Há padres, por exemplo, que não acreditam nos acontecimentos de Fátima. Mas os acontecimentos de Fátima não são dogmáticos, logo, quem não acredita nas aparições em Fátima, não deixa de ser católico. Deixa de ser católico quem "apostata", ou seja, aquele que deixa de crer em um dos dogmas da Igreja.
Nada causa mais prejuízo a Igreja Católica que seus próprios intelectuais, que negam o "transcendente" em nome do "imanente". Utilizando um instrumental "dialético", em que a história é ditada pela luta de idéias e de classe (marxismo), nega a existência de "um princípio sobrenatural-Deus" que conduz a história do homem, negando assim todo o mistério da religião, abarcado pela fé nas Sagradas Escrituras e esvaziando o sobrenatural em função do natural.
pardetoledo 2 weeks ago
Dentro do contexto "natural"-"sobrenatural" (que a Teologia da Libertação não aceita, pois não acredita no "sobrenatural") pode existir um dom, sim senhor, facultado por Deus e que não seja "imanente" ao homem. Foi o que aconteceu por exemplo com Maria, que "deveria" ter nascido com o "pecado original" mas foi poupada dele por uma ação "sobrenatural" de Deus, no útero de sua mãe, para que Jesus não nascesse com esse pecado, do contrário não poderia nos redimir pela paixão e ressurreição.
pardetoledo 2 weeks ago
Acontece que a "Teologia da Libertação" é uma "Teologia Política" e não "religiosa". O "transcendente" só existe, para ela, em função do "imanente" e não independente dele. Ora, Deus, para continuar existindo, prescinde do homem. Se não o "descarta" é simplesmente porque não O quer. Logo existe um transcendente totalmente independente de nós, não sendo tudo derivado do "imanente", como prega a Teologia da Libertação. Nesse contexto deve ser separado o "natural" do "sobrenatural".
pardetoledo 2 weeks ago
Se para os teólogos da libertação não existe o "dom da castidade" então o "celibato obrigatório" é um "objeto estranho" dentro da igreja. Só que não é dogma e pode ser abolido o celibato obrigatório. Depende do Papa e dos cardeais dos diversos consistórios serem convencidos disto.
pardetoledo 2 weeks ago
Segundo a Teologia da Libertação, que é a Teologia que mais fragiliza a Igreja como tal (e não as seitas ou o protestantismo), e que surge de uma interpretação propositalmente distorcida da "opção preferencial pelos pobres e jovens" que está no Vaticano II, o "Dom da Castidade" não existe, pois Deus não viria com um dom "na contramão da natureza humana", negando então a perfeição do universo por Ele mesmo criado. Para os teólogos da libertação o "Dom da Castidade" não existe.
pardetoledo 2 weeks ago
Evidentemente que o padres homossexuais já entram homossexuais na Igreja e transformam outros, ainda crianças, em homossexuais, daí o fim do "seminário menor". O "seminário menor" representava um perigo justamente pelos que fazem da Igreja um "armário", que são os homossexuais mal resolvidos aqui de fora.
pardetoledo 2 weeks ago
Um exemplo disto é o pseudo argumento bíblico de que a igreja romana seria a "besta do apocalipse" que se assenta sobre as "sete colinas". Acontece que as colinas são: Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, Celio, Aventino e Palatino. Roma não foi fundada sobre o monte do Vaticano, que está a oeste e não a leste, logo essa "profecia" é uma "ilusão pseudo-bíblica" própria das seitas. Há um ditado que diz: "católico ignorante, futuro protestante", referindo-se às seitas, evidentemente.
pardetoledo 2 weeks ago
Realmente não há Igreja mais atacada que a romana. Muitos argumentos contra ela são totalmente inválidos e patrocinados por pseudo estudiosos. Na realidade, pensa-se que se consegue denegrir a Igreja denegrindo seus padres e colocando-os todos na mesma panela. Isto é infantil porque não convence aos estudiosos, sejam católicos ou protestantes. O debate acontece em nível muito mais alto e respeitoso através dos teólogos das igrejas protestantes tradicionais.
pardetoledo 2 weeks ago
O grande problema é que se confunde a opinião pessoal de padres com o que é oficialmente recomendado pela Igreja. Há padres, por exemplo, que não acreditam nos acontecimentos de Fátima. Mas os acontecimentos de Fátima não são dogmáticos, logo, quem não acredita nas aparições em Fátima, não deixa de ser católico. Deixa de ser católico quem "apostata", ou seja, aquele que deixa de crer em um dos dogmas da Igreja.
pardetoledo 2 weeks ago
@bieldarlan3 Poço de besteiras, vai fazer história amigo!!!
MarceloMMMM 5 months ago