Presos, da penitenciária Ariosvaldo Campos Filho, de Juiz de Fora, aprendem a fazer peças de tricô que são vendidas no Brasil e no exterior. Hoje 12 detentos participam do trabalho, eles produzem peças de tricô para um distribuidora. Para cada três dias de trabalho eles reduzem um dia na pena e ainda recebem de 20 a 50 reais por peça tricotada. A produção é coordenada pela dona da empresa. As roupas e acessórios são vendidos em 70 lojas no Brasil e show roons em Paris e Tóquio. Na etiqueta há uma referência ao trabalho dos presos.
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